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Como funciona o transporte público coletivo para pacientes com câncer

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O ano de 2019 começou, e como em todo início de ano, nós já fomos apresentados aos reajustes. Salário mínimo, impostos e transporte público passaram por suas alterações de valor.

Para mulheres em tratamento de câncer de mama ou qualquer outro tipo, as idas e vindas entre médicos, hospitais e laboratórios muitas vezes acabam resultando em um grande desembolso para as conduções. Esse gasto pode ser evitado, pois quem trata desta patologia tem direito a isenção do pagamento de tarifas de transporte coletivo de responsabilidade do Estado de São Paulo.

Esse benefício se aplica apenas às pessoas com doenças graves em situações especificas que justificam a isenção, tais como pacientes com câncer em tratamento de radioterapia, quimioterapia ou cobaltoterapia. O IAVB produziu uma série de cartilhas, que estão disponíveis no nosso site, com muita informação, inclusive, sobre os direitos do paciente.

Os tipos de transporte que têm suas tarifas isentas são metrô, ônibus municipais da SPTrans, ônibus e micro-ônibus intermunicipais da EMTU e trens da CPTM.

Para conseguir o benefício, é necessário ter em mãos alguns documentos:

– Laudo médico conclusivo, com data máxima de 3 meses. Nele deve conter endereço e telefone do hospital, clínica, posto de saúde, CID (Código Internacional de Doenças), carimbo, assinatura do médico e número da CRM, emitido por equipe-multiprofissional do SUS e exames complementares;

– RG, certidão de nascimento, CPF e carteira de trabalho;

– Comprovante de residência atual.

Com os documentos organizados, a paciente deve solicitar a carteira de identificação do passageiro especial (Cipes) ou bilhete especial nas empresas responsáveis pelo transporte. É importante lembrar que se o médico julgar necessário um acompanhante para que a paciente possa se locomover, o benefício poderá ser estendido.

 

 

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