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Crescem os casos de câncer de mama em mulheres jovens

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Mulheres com mais de 50 anos de idade têm uma maior propensão em desenvolver o câncer de mama, sendo os casos em jovens com menos de 35 correspondentes a 4,5% dos diagnósticos. Porém, mulheres com idade inferior a recomendada para a realização da mamografia têm cada vez mais apresentando a doença, não só no Brasil como em outros países em desenvolvimento.

O câncer de mama quando aparece em mulheres jovens, muitas vezes é associado a possibilidade de ser hereditário. Um estudo realizado por pesquisadores do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP) mostra que a maioria dos casos da doença em mulheres mais novas é devido a mutações somáticas que vão ocorrendo nas células da mama ao longo do tempo, em função do ciclo menstrual. Desta forma, derruba o mito da hereditariedade, que acaba sendo responsável por 17% dos casos dentro da estatística citada acima.

Um outro mito é em relação à frequência de tumores agressivos ser maior em mulheres mais novas. Eles também podem aparecer naquelas que estão na faixa de risco; assim como as jovens podem descobrir tumores de crescimento lento. Por não participarem da faixa etária que é orientada a fazer a mamografia, é comum que mulheres com menos de 40 anos descubram o câncer de mama já em um estágio mais avançado.

É importante ressaltar que algumas consequências que impactam as mulheres acima dos 50 anos podem ser consideráveis entre as jovens. A quimioterapia, por exemplo, pode comprometer a fertilidade. Por isso, é fundamental manter uma conversa séria com o oncologista, para que ele possa indicar o melhor tratamento para o caso. Hoje, existe técnica de congelamento dos óvulos, para quando terminar o tratamento oncológico, esta jovem possa gerar um filho.

Fonte: Veja (online)

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