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Imunoterapia: uma luz no fim do túnel para o câncer de mama

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A imunoterapia já é uma realidade para alguns tipos de câncer, mas estava longe de alcançar avanços para qualquer tipo de câncer de mama. No entanto, uma ótima notícia surgiu para o triplo-negativo, que corresponde a uma das mais agressivas versões da doença, representando cerca de 15% a 20% dos casos de câncer de mama no mundo todo. Esse tipo tem até hoje poucas opções de tratamento, mas um recente estudo revolucionou a maneira de medicar a doença.

O imunoterápico atezolizumabe promete prolongar a vida das pacientes além de aumentar as opções de tratamento para portadoras do triplo-negativo. Esse medicamento promove um estímulo ao próprio sistema imunológico da paciente para combater o câncer.

No caso do triplo-negativo, ele produz uma molécula chamada PDL-1 que engana o sistema imunológico, fazendo com que o corpo pare de ver o tumor como algo errado. O medicamento atezolizumabe age especificamente nessa molécula, fazendo com que o sistema imunológico reconheça o câncer.

O FDA (US Food and Drug Administration), órgão do governo norte-americano responsável por controlar alimentos e medicamentos, já aprovou o primeiro tratamento de câncer de mama através da imunoterapia. No Brasil, o medicamento já é utilizado no tratamento de outras neoplasias, mas ainda não para o câncer de mama.

A imunoterapia pode ser associada a alguns tipos de quimioterápicos. A proposta é que o tratamento tradicional altere as células do câncer fazendo com que o corpo do paciente reconheça novamente o inimigo.

Fonte: Revista Saúde

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