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Medicamento usado para tratar câncer de pulmão consegue controlar tumores de mama com mutação genética

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O IAVB está sempre atento às pesquisas divulgadas. Desta vez, um novo estudo feito pelo Breast Cancer Now, instituição de filantrópica líder em pesquisas de câncer de mama no Reino Unido, que pertence ao Instituto de Pesquisa de Câncer de Londres, descobriu que o fármaco usado para tratar câncer de pulmão pode inibir tumores malignos que começam nas glândulas produtoras de leite. Esse estudo foi publicado na Revista “Cancer Discovery”.

Alguns tipos de câncer de mama lobular apresentam uma má-formação na E-cadherin, proteína que ajuda as células a ficarem unidas, e esta falha faz com que elas comecem a crescer desordenadamente.  Os cientistas chegaram à conclusão de que o remédio (aprovado no Brasil em 2016), crizotinibe, é capaz de deter estas células.

O defeito, segundo dados recolhidos, ocorre em 13% dos casos de câncer de mama e em 90% do tipo lobular. A estimativa é de que a deformação na enzima atinja 7150 mulheres na Inglaterra anualmente.

A pesquisa, liderada pela médica Ilirjana Bajrami e pelo professor Chris Lord, analisou outras 80 moléculas com o objetivo de verificar se era possível controlar dois genes chaves usados pelas células cancerosas para sobreviver. De fato, a substância que destruiu as células foi a crizotinibe. O remédio matou as células cancerosas criadas pela enzima e, ainda, manteve as células saudáveis praticamente intactas.

Depois da descoberta, o medicamento será testado em pacientes em estágio avançado da doença. No total serão disponibilizadas 750 mil libras para dar prosseguimento à investigação.

Fontes: ICR/ G1

 

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