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Nova esperança para o câncer de mama

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Foi descoberta uma nova possibilidade de cura para o câncer de mama. Pesquisadores norte-americanos, liderados pelo cientista Steven A. Rosenberg, chefe da divisão de cirurgia do Centro de Pesquisas do Câncer do Instituto Nacional do Câncer dos EUA, cultivaram bilhões de cópias células de defesa de uma paciente com câncer de mama em estágio avançado,  selecionando as que seriam mais eficientes para encontrar e matar as cancerosas ao reconhecer suas quatro proteínas mutantes.

Publicado na segunda-feira (4) no periódico científico “Nature Medicine” o artigo aponta que os cientistas usaram uma versão modificada de uma abordagem conhecida como “transferência adotiva de células”, que já se mostrou eficaz no combate ao melanoma, um tipo agressivo de câncer de pele.

O artigo foi baseado no caso de Judy Perkins, primeira mulher do mundo a se ver livre de um câncer de mama no estágio avançado por causa deste tratamento. “Estamos falando de um tratamento personalizado do mais alto nível imaginável”, ressaltou Rosenberg em entrevista à emissora britânica BBC. As próprias mutações que causaram o câncer (de Judy) se mostraram ser seu calcanhar de Aquiles.

Por fim, eles injetaram aproximadamente 80 bilhões destes linfócitos no organismo dela conjugados com um tipo de droga imunoterápica contra o câncer que impede que as células tumorais se “esquivem” do ataque, aumentando a eficiência do tratamento. Os testes feitos 42 semanas depois apontaram que ela estava livre do câncer.

Perkins teve as células de seu próprio sistema imunológico recolhidas, selecionadas e multiplicadas dentro do laboratório e, após, reinjetadas no seu próprio corpo, onde atacaram os tumores que já estavam espalhados pelo fígado e outras áreas. Hoje, cerca de dois anos depois, ainda não há sinais de volta da doença.

Fonte: O Globo 

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