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O perigo das notícias falsas nas redes sociais

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A reprodução de notícias falsas nas redes sociais vem se tornando motivo de preocupação, principalmente, na área da saúde. São informações de tratamentos caseiros “milagrosos” ou de alimentos que causam o câncer, entre outros. Uma pesquisa do Instituto Reuters para o Estudo do Jornalismo mostra que cada vez mais brasileiros, de grandes centros urbanos, usam redes sociais como fonte de notícias: eram 47% em 2013, índice que saltou para 72% em 2016.

Gilmar Lopes, que há 15 anos mantém um dos principais sites para rebater farsas na internet, afirma que, em alguns casos, as notícias são as mesmas há quase uma década, apenas foram “gourmetizadas” e, em vez de circularem como correntes de e-mail, agora ganharam “cara” de notícia de jornal.

Lopes enfatiza o quão importante é não compartilhar uma notícia sem saber se ela realmente é verídica, já que, uma vez “na boca do internauta”, a informação falsa às vezes não tem chance de ser corrigida. O desmentido não tem a mesma força que o boato”, resume Lopes.

Um estudo publicado pela Universidade de Warwick, no Reino Unido, realizou um teste para determinar a capacidade humana de detectar imagens manipuladas, comumente usadas para embasar as fake news, notícias com informações falsas disseminadas na internet. Os pesquisadores concluíram que 40% das pessoas não conseguem identificar uma fotografia falsa.

É fato que essas notícias falsas geram bastante engajamento no Facebook e que, segundo pesquisas, as pessoas estão propensas a acreditar nelas. Um exemplo de dano das informações falsas para a imagem da ciência é aquele causado por um artigo científico fraudulento (já retratado) que associou a aplicação de vacinas para sarampo, caxumba e rubéola ao aparecimento do autismo em crianças pequenas.

Reforçamos a importância de sempre verificar a fonte das informações recebidas, principalmente, quando o assunto em questão trata-se de algo relacionado à saúde.

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