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Tudo o que você precisa saber sobre amamentação e câncer de mama

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Conhecido por ser um ato de entrega e conexão entre mãe e filho, a amamentação é uma prática que traz diversas vantagens não só para o bebê, como também para a mãe. Segundo a recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde) a amamentação deve ser exclusiva e por livre demanda até o sexto mês de vida do bebê.

Para a mãe, quando a prática é feita na faixa dos 20 anos de idade, previne contra o câncer de mama. A explicação é que a sucção do leite promove uma esfoliação interna no tecido da mama, eliminando células que poderiam converter em tumores. Além disso, a amamentação diminui o número de ciclos menstruais ao longo da vida, produzindo menos estrógeno. No final desse período, ocorre um processo programado de morte celular, renovando as unidades. Tumores de ovário e endométrio (no útero) também aparecem menos entre quem já amamentou.

Para as mães que já tiveram câncer de mama, a amamentação pode ser feita através da mama que não foi operada ou irradiada, pois a mama que desenvolveu o câncer geralmente produz menos leite e teve mudanças estruturais que podem tornar a prática dolorida. Em caso de tratamento com hormonioterapia é muito importante conversar com o médico, pois alguns medicamentos podem afetar o leite e consequentemente o bebê.

Fonte: Revista Saúde e American Cancer Society

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